Chegamos na metade do ano no qual passou voando mais também nos troce muitos lançamentos maravilhosos, então resolvi separa esses 10 discos para curtir esse ano, ATÉ AGORA.
Jards Macalé – Besta Fera

Disponível em Discos da MPB
“Besta fera”, foi feito em muitas mãos e vozes. O álbum (primeiro de inéditas em 20 anos) conta com 7 compositores convidados, 3 participações e 17 músicos. Representantes destacados de gerações mais jovens da música brasileira, todos potencializam os muitos Macalés que existem no álbum, à sombra de um só Jards, indivisível.
Alice Caymmi – ELECTRA

Disponível em Discos da MPB
Neste trabalho Alice evoca o trágico mito grego Electra, princesa de Micenas, filha de Agamemnon e Clitemnestra.
A capa do álbum apresenta Alice de cabeça raspada com uma adaga em chamas, representando o mito grego Electra
A produção é integralmente feita de voz e piano e transita entre o samba e o MPB. O repertório é composto por canções Tom Zé (Mãe solteira), Amália Rodrigues (Medo), Maysa (Diplomacia), Letuce, antigo duo de Letícia Novaes (Letrux) e Lucas Vasconcellos (Areia fina) e Danilo Caymmi e Ana Terra (Aperta outro).
A produção fico por conta da própria Alice Caymmi com o DJ Zé Pedro
Thiago Pethit – Mal dos Trópicos (Queda e Ascensão de Orfeu da Consolação)

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Com direção de arte idealizada por Pedro Inoue, a capa do disco – exposta nas redes sociais do cantor – apresenta o rosto de Pethit como escultura arqueológica típica de museu.
Clicada por Rafael Barion, a foto de Pethit foi digitalizada em 3D por Clan VFX e, na sequência, a imagem foi tratada por Nicolas Leite para obter o efeito visual pretendido por Inoue.
O disco Mal dos trópicos (Queda e ascensão de Orfeu da Consolação) foi produzido por Diogo Strausz, parceiro de Pethit na música eleita para ser o primeiro single do álbum, Noite vazia.
Dona Onete – Rebujo

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Dona da Amazônia’ Dona Onete retorna com seu terceiro álbum Rebujo, que transborda de carimbós e bangues de alta energia, além de cumbia, brega e samba.
Rebujo é uma gíria local para as correntes no rio Amazonas que transportam lodo e nutrientes do leito do rio para a água, alimentando seus habitantes e dando ao rio a cor lamacenta – no entanto, como dá, ele também leva, e a rebujo pode facilmente dominar até mesmo o nadador mais experiente.
Seguindo o sucesso crítico de seu álbum de 2017, Banzeiro, Onete é agora uma das mais requisitadas do Brasil, com uma agenda lotada em todo o Brasil e um crescente perfil global que a levou a se apresentar em alguns dos mais respeitados festivais internacionais de música como Roskilde. , Womad, TFF Rudolstadt, Rainforest World Music, FMM Sines e Chicago World Music.
Anteriormente professora de história, pesquisadora do folclore, representante sindical, secretária de cultura e autora infantil – “Nunca pensei que seria cantora”, afirma – Onete gravou seu álbum de estréia, Feitiço Caboclo, em 73. Uma figura de culto virou sucesso de crossover no Brasil e embaixadora da cultura amazônica, a música que ela canta é uma mistura única de ritmos de brasileiros nativos, escravos africanos e caribenhos – sintetizados nos alegres carimbós que são sua marca registrada
Pietá – Santo Sossego

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Santo Sossego é o segundo álbum do trio Pietá – formado por Demarca, Juliana Linhares e Rafael Lorga – e reúne 10 canções autorais, entre elas “Virará”, “Jabaculê” e “Mar de Sonhos”. O disco conta com a produção musical de Jr Tostoi e com as participações de Caio Prado, Ilessi, Josyara, Khrystal e Lívia Nestrovsky. Os músicos/produtores Ivo Senra (sintetizadores) e Elísio Freitas (guitarras) participam integralmente do álbum, colaborando nos arranjos e texturas. O repertório apresenta a primeira música composta pelo trio, além de parcerias com Iara Ferreira, Fedrá, Renato Frazão e Cláos Mozi.
Roberta Sá – Giro

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Tudo começou nos encontros e conversas em torno da mesa farta, promovidos pelo saudoso amigo e jornalista Jorge Bastos Moreno. Nos almoços de domingo, na casa de Moreno, Roberta Sá e Gilberto Gil se aproximaram, no final de 2016. Foi nesse ambiente inspirador de bate-papos e música que Roberta pensou em gravar um projeto só com canções do compositor baiano.
Pouco depois, Gil a presenteou com a inédita “Giro”, composta para Roberta, já para o disco. O segundo presente, escrito por Gil em parceria com Jorge Bastos Moreno, foi “Afogamento”, cuja gravação em dueto com Gil foi lançada no ano passado.
Bem Gil assina a produção musical do álbum Giro e foi ele quem arregimentou o time de músicos do projeto. “O papel do Bem foi fundamental, foi ele quem sugeriu fazer um disco só inéditas e provocou a minha primeira parceria com Gil. Mandei por whatsapp letra e melodia minhas e ele entregou para o Gil completar. Essa parceria chama-se ‘Cantando as Horas’ , pontua Roberta Sá.
YMA – Par de Olhos

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“Par de Olhos” é um trabalho em que sobressai um lado mais melódico, seja na construção dos arranjos ou no canto adocicado de Yasmin. A exploração de elementos retrôs seja nos timbres de guitarras, em efeitos nos vocais ou mesmo na sonoridade dos sintetizadores, fazem com que o álbum mantenha uma conexão com sonoridades oitentistas.Esses elementos trazem a mente a música dos suecos do Cardigans.
Com faixas cantadas em inglês e português, e pouco mais de vinte e cinco minutos, destacam-se os simbolismos presentes nas viciantes “Evaporar” e “Par de Olhos”; os climas envolventes da romântica “Vampiro”, cujo videoclipe foi lançado nos idos 2017; os climas trip-hop de “Colapso Invisível”; e o lado mais dançante do álbum na dicotomia de “Pequenos Rios”. Há ainda a participação especial do músico Lau (da banda Lau e Eu) no balanço funk de “Sun and Soul”, a faixa mais “convencional” do disco.
Juliana Perdigão – Folhuda

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“Folhuda” é o terceiro disco solo da cantora, compositora e instrumentista Juliana Perdigão. O álbum, produzido por Juliana e Thiago França, traz 12 faixas, todas de autoria de Juliana. São poemas musicados em parceria com os poetas Arnaldo Antunes, Oswald de Andrade, Paulo Leminski, Angélica Freitas, Murilo Mendes, Bruna Beber, Renato Negrão e Fabrício Corsaletti.
Em “Folhuda”, Juliana divide os vocais com Arnaldo Antunes em “Torresmo” (uma das duas parcerias dos dois presente no disco) e com Lucas Santtana em “Noturno, o violeiro”, música de Lucas e Juliana, sobre poema de Oswald de Andrade. “Mulher Limpa”, a primeira faixa do álbum, traz coros de Ava Rocha, Angélica Freitas (poeta parceira nesta canção), Cecília Lucchesi, Iara Rennó e Tulipa Ruiz.
Ao longo do disco, se faz presente – como em seu álbum anterior, “Ó” – a banda “Os Kurva”: Moita Mattos (Porcas Borboletas, Frito Sampler), Chicão (Quartabê, Gal Costa), Pedro Gongom (Trupe Chá de Boldo, Romulo Fróes) e João Antunes (Kinjo, SDDS). Juliana atua também como instrumentista em quase todas as faixas, tocando guitarra, violão, clarinete ou clarone ao lado de instrumentistas de sua geração como o já citado Thiago França (Metá Metá, Charanga do França). “Folhuda” é um lançamento em conjunto da Redbull Studio SP e Selo Circus.
Sessa – Grandeza

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Grandeza, o álbum de estreia da Sessa de São Paulo, aponta para novas e sutis direções da música brasileira moderna – um uso profundo, minimalista e quase insinuado das ricas texturas que definem a história das composições do Brasil, que o Sessa agora junta entre suas mais promissoras novas vozes.
Suas canções são cantadas em português, com letras viscerais e sensuais na veia de Caetano Veloso, e os floreios melódicos de Tom Jobim e Arthur Verocai.
No entanto, a música recebe um tratamento minimalista deliberado raramente encontrado na música brasileira contemporânea, mais reminiscente da nudez de Leonard Cohen, com toques de tropicália, psicodelia e o jazz místico de Moondog e Pharoah Sanders.
Gravado em vários locais entre São Paulo e Nova York.
Liniker e os Caramelows – Goela Abaixo

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Há melancolia, há saudade, há compreensão, há paciência e a falta dela, tudo isso encaixotado por Liniker e os Caramelos em 13 músicas prontas para serem levadas para viagem, para lidar com sentimentos por vezes similares e, principalmente, confortá-los. Assim chega Goela Abaixo, o segundo disco da trupe de Araraquara. Realizado com o auxílio do edital Natura Musical.

SÓ FALTOU O MELHOR…. ‘ATRÁS-ALÉM’ DO ‘TERNO’!!!!
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